quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Um trecho.

Eles se deram oi em um dia qualquer, ela usava pijama e pantufas, ele estava arrumado à altura de uma festa da idade, calça jeans descolada e o tênis na marca da moda. Ela levou sua amiga até a porta, logo após indagar se o rapaz que vinha acompanhar o amigo delas era bonito, a amiga disse que não, ela estava certa. Ele realmente não pareceu nada atraente naquela noite, embora tivese um sorriso bonito e fosse extremamente simpático, faz parte. Ela foi cordial, abriu a porta e os recebeu com um singelo oi, analisando tudo que poderia ser analisado visualmente, então despediram-se, a apresentação havia sido feita. Ela entrou e dormiu, ele seguiu para a madrugada dele. Ela nunca mais pensou nele, acredita que ele também não tenha pensado nela e os dias seguiram iguais até o mês de setembro, para ser um pouco mais precisa, uma noite fria de setembro em que programação alguma parecia brotar na cabeça daquelas duas amigas, sozinhas em casa, numa noite de sexta provavelmente - há memórias demais sobre esse rapaz que me tomam o espaço para datas específicas. Foi então que um gênio da lâmpada (queimada, diga-se de passagem) realizou o pedido delas. O telefone tocou e foram convidadas a assistir um filme no prédio ao lado, na casa dos meninos universitários que moravam sozinhos! Aquele não era o mundo delas, ainda. Mal sabiam que passaria a ser, naquela noite. Uma delas era a menina do momento para um deles, a outra era a acompanhante da amiga, disponível naquela noite. Dessa vez ela não usava pijama, preocupou-se discretamente em estar um pouco mais apresentável. Então, atravessaram a rua e subiram no elevador, primeiro dilema: Quem aperta a campainha? O medo que a campainha da casa de meninos causa é quase proporcional ao terror medíocre por mariposas, o qual eu possuo. Enfim, tocamos. Fui novamente apresentada ao rapaz da noite do pijama, curiosamente dessa vez ele pareceu-me mais interessante, um tanto bobo, admito, mas interessante. A partir de então, a menina do pijama não passa mais um dia sem que ele seja o seu primeiro e último pensamento. Afinal, a noite começou. Filmes, bebidas, músicas, conversas e um belo par de castiçais na minha mão, tudo que a vida universitária pode proporcionar de melhor. Foi o dia em que conheci a sacada, mas não com ele, o tal Sr. Complicação que já foi mencionado por aqui, sim é ele mesmo, o meu primeiro contato com a sacada, a qual abrigava uma máquina de lavar e ventava mais do que em qualquer deserto, foi como figurante. Como eu nunca gostei desse papel, voltei ao filme que todos haviam desistido de acompanhar, "3 vezes amor", um tanto quanto sugestivo, agora eu sei disso. Mais do que de repente, a sala estava cheia e ele se deitou aos meus pés (e isso não está no sentido figurado), ele realmente deitou aos meus pés e como se não bastasse estar somente ali, ele ainda os aqueceu. Que fique bem claro, se tu não tens a intenção de cativar uma menina boba em plena madrugada fria de sexta, não esquente os pés dela. Sem nem perceber, lá estava eu, junto com ele, mas não mais aos meus próprios pés e sim, com os nossos pés juntos, nossos corpos juntos e num piscar de olhos, já era de manhã. Ela nunca havia feito uma dessas, ele tinha sido praticamente a sua primeira aventura fora de casa, a noite toda, mas afinal, ela estava ao lado de casa, isso nem foi um grande erro, aaah foi sim.
Os dias passaram, as noite seguiram menos frias e o tal prédio, o tal rapaz e aqueles dois casais de amigos pareciam ser o melhor que poderia estar acontecendo para elas, embora nenhuma admitisse. O que aconteceu com o Sr. Complicação e com a Sra. Pijama? Ainda está acontecendo! Este inverno foi bem mais frio do que o passado, mas o que não pode mudar para o próximo, não é mesmo? Destino aqui beijos e mais beijos para o meu Sr. Complicação, que eles cheguem junto com o vento forte que faz hoje e entrem pela sacada (de tantos beijos), percorram a cozinha (da lazanha congelada), a sala (dos mates pela manhã) e entrem na porta do quarto do meio (essa parte da casa tem histórias demais para mencionar), no qual ele deve estar dormindo agora. Qualquer dia desses eu mesma faço o trajeto. Boa noite meu melhor bem.

um dia.

Eu quero tomar chá contigo numa cadeira de madeira, na beira de um lago, tomando chá de pêssego numa caneca branca, enrolada em uma colcha de retalhos e vendo o sol nascer. Eu amo as tuas rugas, as duas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

NÃO!

Não comece um namoro antes de sair com ele para uma festa da tua turma, não namore antes de conhecer o mundo dele e ele o teu, não namore antes de passar uma madrugada apenas conversando com ele, não namore antes que ele descubra os seus pontos fracos, não namore antes de viajarem juntos, não namore antes de conhecer a alma dele, não namore antes de ouvir música com ele, não namore antes de reconhecer o cheiro dele a léguas de ti, não namore antes de saber se ele te acrescenta, não namore antes de dirigir o carro dele, não namore antes de ter certeza que teus vícios não causarão problemas pra ele, não namore antes de confiar nele, não namore antes de poder sair sem ele, não namore antes de testar se a conchinha encaixa, não namore antes de saber se o sexo com ele é ótimo, não namore antes de acordar e dormir ao lado dele por um fim de semana inteiro, não namore sem antes sentir falta dele logo após o tchau, não namore sem antes ter vontade de agarrar ele na frente de quem for quando ele faz aquela carinha maravilhosa, não namore enquanto ele não te fizer sentir a melhor pessoa do mundo (sem isso soar falso ou obrigatório), não namore antes de ver um pôr-do-sol e um nascer do sol ao lado dele, não namore antes de discutirem sobre futuro, não namore antes de saber se ele é carente ou não, se ele canta ou não, se ele escuta sua voz ou não, se ele é o máximo com um violão e não se importa de tocar só pra ti, se ele conversa ou não, se ele não se importa com a tua fumaça diária, não namore se não souber como ele lida com a tua bipolaridade, teu mau humor matutino, tua euforia fora de hora, não namore antes de saber se ele gosta do teu cachorro (lagarto, tartaruga, panda...), não namore antes de saber se ele se importa que você ame muita coisa além dele, não namore antes de ter certeza que ele saiba que tu tens a tua vida e nem sempre ele será o teu primeiro plano, não namore antes que ele saiba que tu tem planos, não namore antes de saber se ele encara tuas loucuras não programadas, não namore antes de saber se ele se programa ou não, não namore antes de saber se ele entende tua paixão doentia por coisas tão simples, não namore antes dele saber que tu já teve outras paixões e que tu também saiba das dele. Enfim, não namore antes de querer que ele seja a tua última paixão, o teu último amor, o teu par para este e para todos os outros bailes da tua vida, ele e somente ele, somente vocês dois, daqui pra sempre.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Entregar aqui em casa:


MUITAS 7 BELO. UM BALANÇO. UM PAR DE PANTUFAS DE TARTARUGA. 5 FILHOTES, UM DE CACHORRO, UM DE PANDA, UM DE FERRET, UM DE CORUJA, OUTRO DE CACHORRO. MUITOS BALÕES COLORIDOS, MENOS PRETO. 7 CERVEJAS, POLAR. UMA BANDA DE REGGAE. UM VINHO BAGACEIRO. 5 MAÇOS DE CIGARRO. UM CHIMARRÃO. INFINITOS CHICLETES SEM AÇÚCAR. UM BEIJO NA TESTA. UM VIOLÃO E UM PROFESSOR. MÃOS DADAS. 2 GOLFINHOS. UMA PRAIA DESERTA, QUASE DESERTA. UM SOL LARANJA. UMA PISCINA PROS GOLFINHOS. UMA BICICLETA COM CESTINHA. UM CINEMA QUE ESTEJA PASSANDO "DE REPENTE É AMOR". PIPOCA DOCE. ALMOFADAS GIGANTESCAS E COLORIDAS E ALGUMAS DE PELÚCIA. TAPETES. CORAÇÕES. BORBOLETAS. CIGARRAS. BRUXINHAS. DUENDES. GNOMOS. FADAS. TATUAGENS. 1 TEQUILA OURO. AMOR. FESTA. APROVAÇÃO. ALGUNS AMIGOS. AMORES. AMANTES. CONVERSAS. REDE. MUITO SORVETE. BATATA FRITA COM QUEIJO E ORÉGANO. CABEÇA FRIA. PAZ DE ESPÍRITO. MOTIVAÇÃO. EDUCAÇÃO. BEM QUERER. ALGODÃO DOCE. MONTANHA RUSSA. BEIJO ROUBADO. DANÇA. SORRISOS. MEIAS DE DEDINHO ROXAS. MÚSICA. CALOR. FRIO. LAREIRA. COBERTOR, DE ORELHA. PARCERIA. UMA VIAGEM. UM LIVRO. COMPANHEIRISMO. EMOÇÃO. RAZÃO. EXPLICAÇÃO. ENTENDIMENTO. UMA CANETA, UM PAPEL E UMA VARINHA MÁGICA. AAAAH E SE NÃO FOR PEDIR MUITO, UM CORAÇÃO NOVO E RECÉM FORMATADO, MAIS UM FÍGADO E UNS NEURÔNIOS RESERVA, PRA GARANTIR! Obrigada, aguardo o carteiro.

domingo, 20 de setembro de 2009

Eu me apaixonaria por ele...




...se ele não fosse tão decente, se ele não fizesse todas as minhas vontades, se ele me provocasse de um jeito encantador e não infantil, se ele me falasse verdades sobre minha personalidade irritantantemente verdadeiras, se ele segurasse o cigarro de um jeito bagaceiro que só eu achasse interessante, se ele tivesse o estilo desleixado mais atraente do mundo, se ele sumisse, se ele não dissesse que me ama em tão pouco tempo, se ele me causasse dúvidas, se ele não fosse tão bom, logo comigo que tenho o dedo mais podre que se pode encontrar no "mercado" de relacionamentos do momento. Ele não é DJ, ele não dá uns peguinhas no fim de semana, ele não é barman ou promoter de festas, ele é de boa família, ele é certinho e eu aqui, toda errada. Mas ele não sabe disso, ou pelo menos não sabe da intensidade de tudo isso dentro de mim. Eu como boa escorpianina enjoo fácil, enjoei dos canalhas e quis apostar num relacionamento "familiar", só me esqueci do detalhe que arriscar pode magoar o dito escolhido quando eu ver que realmente, eu não nasci pra ser uma boa pessoa. Meninas más precisam de uma liberdade sem tamanho, que somente um cara tão "mal" quanto sabe administrar. Eu falo sem parar, ele escuta sem cansar. Eu não planejo, ele tem agenda, horários, trabalho e duas faculdades. Eu quero viver de tudo agora, imediatamente, ele acha que já viveu demais.


E no dia seguinte ele telefona, ou pior, ele acorda do meu lado e não me leva pra casa se despedindo com um beijo no rosto. Ele é bonzinho demais pra saber que café da manhã na cama não me apetece, não com ele, não assim de tão boa vontade com um sentimento verdadeiro vindo dos olhos dele. Um café da manhã na cama tentando ser gente boa após ter dormido comigo em uma cama de solteiro apertadinha, tentando se redimir ou fingindo arrependimento pra não perder a moça disponível após ter feito uma das milhares de cafajestagens que já fez e mesmo assim ela estando ali, com a camiseta dele, só com a camiseta dele, na cama dele, ainda. Aaaaah, isso sim faria a minha cabeça, o meu coração, minha mente e tudo mais que pudesse se apaixonar nesse corpo bobo que escreve aqui. E foi o que aconteceu.


É aí que vem a saudade, porque o Sr. Complicação me faz perder o sono e o Sr. Certinho só me faz ter mais sono? Simples! Complicações me interessam tanto quanto uma dose de tequila sem limão e sem sal, eu não sou boa o bastante pra conviver com o simples, não sei lidar com isso, me cansa a beleza, beleza essa que, modéstia a parte, nunca foi tão plena quanto foi com ele. O maior problema de tudo isso é que o Sr. Complicação, além de ser um exímio galanteador, é melhor ainda como professor. Eu o ensinei a querer, ele me ensinou a viver de um jeito torto, não que eu não soubesse antes, eu sabia, só não havia posto em prática com ele. Então eu pus, afinal, eu não sou uma pessoa tão legal assim quanto o tal Certinho pensa, eu não sou boa e eu não fui boa com o Complicação, logo quando ele tinha aprendido direitinho a ser do jeito que eu queria.


Resumindo a novela mexicana, aqui estou eu de volta pra casa. Transformei um complicado num certinho e agora estou prestes a transformar um certinho num complicado, no fundo no fundo eu não quero nenhum dos dois. Eu quero me perder num fim de tarde, numa praia em qualquer lugar que eu não conheça, com o cigarro mais fedorento que existe, ou com aquele cigarro que tu tá pensando mesmo.. E ali, bem ali naquela duna e no pôr-do-sol mais rosa que eu já presenciei, um novo Sr. apareça, o meu Sr! Aquele que vai pedir o fogo emprestado e levar metade de mim junto, quissá todo o resto também, e quer saber? Eu não vou me importar nadinha de emprestar o fogo pra ele até o fim.

"VAMOS DEIXAR O MUNDO MAIS PINK!"


Ao som de Teatro Mágico e com o sabor do meu cigarro fedorento, eu sentei pra escrever. Com tanta coisa que passa na minha cabeça eu poderia criar, no mínimo, uns 16 textos, mas eu resolvi escrever mais ou menos tudo, em um só. Vai ficar uma lambança sem tamanho... E quem se importa? Que coma torta!

Amanhã é segunda-feira e eu decidi que vai ser "o dia", sabe quando tu cansa de olhar pros lados, pras pessoas, pro mundo, e te achar igual? Sendo que lá no fundo o que tu mais quer é fazer a diferença. Eu vou fazer a diferença antes que a indiferença faça algo sobre mim. No meu peito já falta espaço pra tanta coisa inacaba e mal sentida, tanto quanto falta espaço nas minhas calças pelo descaso com que me trato ultimamente, me tratava antigamente e assim por diante, PONTO FINAL, acaba aqui.

Acaba aqui o fato de que brigadeiro substitui o amar mal acabado (não, ele só te engorda e ainda demonstra que tu andas passando a noite de sábado em casa, de pijama, em cima do sofá, assistindo PS: EU TE AMO e chorando rios de mágoas - e tu não queres isso!), de que o porre da noite substitui o pior dia da tua vida (não, ele pode até te dar uma noite ótima, delirante e cheia de "causos" que não aconteceriam se tu estivesse totalmente sóbria, além disso provavelmente vai te dar um outro dia péssimo com a dor de cabeça mais forte que tu já sentiu), de que ficar cercada de gente faz a solidão sumir (não, faz a solidão e a raiva aumentarem porque tu vê que mesmo com a torcida do INTER na tua volta, tu ainda tá no teu canto esperando aquele calorzinho que faz toda a diferença, ou aquele loiro aguado que até hoje eu não sei porque me faz falta), de que tu precisa de um óculos novo, de um cabelo novo, de um cachorro, de um edredom enorme e rosa, de um sapato ou daquela festa badaladíssima pra ir até o chão ao som do DJ do momento (não, tu precisa é de ti mesmo e não de um rombo na tua conta bancária - embora viagens não deixem de ser revigorantes, mesmo que sejam pra cidade ao lado). Eu preciso de tudo que eu tenho, de uma boa conversa, do meu cigarro, de umas cervejinhas e uma sinuca no fim da aula e não preciso de algumas exceções que eu tambem ei de me desfazer. Eu preciso do que é simples e tá ao alcance das minhas mãos, praia, sol, mar, sal, gente - carente, contente, diferente (uma rima sempre cai bem)!

Deixemos que o vento nos tire pra dançar, abandonemos o que nos causa dor, façamos o que nos dá prazer, eu não abro mais mão disso.

Eu vou seguir sentindo falta, tentando amenizar minha bipolaridade, mas não vou mais procurar preencher a falta que tá sobrando em mim com outras pessoas ou coisas - benditas coisas! Afinal, o que seria da vida se não houvesse o tempo, eu li ontem que quando vemos já são 6 da tarde, sexta feira, natal, ano novo, 50 anos! E aí? Não volta. Abandona o teu soldadinho de chumbo, que além de não ter uma perna, o coração dele é de madeira - e não poderia ser diferente. Ao fim de tudo, pelo menos tem que valer a pena pra nossa vida não se resumir em jogar dominó com um sol amarelo, laranja e cor-de-rosa nos esperando lá fora. Resumindo o meu título mais clichê do mundo, não precisa nem ser "pink", escolha a cor que mais te agrada e sai pintando por aí, com a intenção de formar um arco-íris. PB tá fora de moda, quem disse? EU!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Nossa casinha pequena parece vazia sem o teu ballet. . .

Olharam-se e o tempo parou. Para ela. Lembrou dos beijos, do incentivo, dos abraços, da sacada, do descaso - aaah, o descaso! Ela dava tudo prara voltar e saber o que sabe agora, que o ama. Ela quer falar, mais do que isso, ela precisa, Não pode, não sabe o que ele sente, nem ao menos o que ele pensa, ela suspeita. Suspeita que faz falta, que ainda povoa seus pensamentos. As suposições ainda vão sufocá-la. Ela tem medo, morre de medo... Do tempo, de perder pra sempre. Ele olha diferente, sente-se encomodado. Ou ela simplesmente sonha? Sonha tanto com ele que ainda há de acordar novamente no prédio ao lado, naquela cama de solteiro que eles aprenderam a dividir, com a janela que coloria o quarto, as pernas que entrelaçavam-se, os melhores momentos que ela já teve ao lado de alguém e o turbilhão de sentimentos mais verdadeiros que já passaram pela vida dela, ao lado dele. Os vícios não são os mesmos, os desejos talvez não combinem em todos os parênteses, mas os carinhos sim, cabem perfeitamente nos braços um do outro, os sorrisos se encontram, os olhares ainda se buscam. E então, ele simplesmente seguiu. Ela esperava mais, na verdade tem esperado todos os dias. Ele seguiu para a sua nova paixão, ela ficou na sua mais nova tentativa. E o tempo parece que parou por aqui. Ela odeia pontos finais, adora vírgulas. Há de ser só mais uma vírgula.
T&P

E eu aposto o oposto, que irei cativar a todos.

De volta, após séculos! Enfim, conversando com um grande amigo, ressurgiu a idéia do blog na minha cabecinha de vento, e parece ter sido uma boa idéia... Tô precisando expurgar meus pensamentos antes que minha cabeça faça "BUM!" Buenas, não sei muito pra que ele vai servir, além de fumar uns cigarros na frente do computador divulgando meus textos medíocres, talvez eu sugira alguns autores, músicas, filmes... Ah, nem eu sei, quem quiser saber vai acabar descobrindo!
* GOOD LUCK! *